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Caso Sulfrigo em Júlio de Castilhos

30 NOV 2018
30 de Novembro de 2018
Chega a 61 dias a situação de crise da Sulfrigo em Júlio de Castilhos.

Conforme informações, houve algumas tratativas entre administração e funcionários, que chegaram a liberar caminhões, no entanto os salários continuam atrasados e esperam-se novidades para a próxima semana.

Os funcionários ainda persistem com a paralisação e controle dos portões de acesso à empresa e, desta vez apenas o Dr. José Mariano Garcez Pedroso recebeu nossa reportagem para informar sobre a situação que permanece estagnada. Há também informação, por parte da assessoria de comunicação da prefeitura municipal de Júlio de Castilhos, de que houve uma mudança na direção da empresa em São Paulo.

Desde o dia 14 de novembro os funcionários paralisaram os serviços, reivindicando o recebimento dos seus salários que já estavam, naquele dia, 45 dias em atraso.

A Sulfrigo tem sua data de abertura em 14 de setembro de 2016, tem como sócios os senhores Carlos Renato Vaz Heringer e Odmilton Monteiro de Carvalho e, conforme consta, foi vendida para o Banco Mauá de investimentos de Belo Horizonte - Minas Gerais.

Quanto mais o tempo passa, mais grave fica a situação para aqueles que dependem dos salários para pagamento de suas contas e alimentação. Os terceiros, que dependem dos ganhos desses funcionários também sentem o problema que passa a ser da comunidade castilhense através destes mais de 260 funcionários.

Fonte: Cultura Comunitária FM - por Joni Marcos F. Silva
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